Autor: Camila Bortolozo

Quando falamos de moda infantil logo pensamos nas roupinhas tradicionais onde o rosa é destinado as meninas e o azul aos meninos. Algumas peças também acabam sendo predestinadas a algum sexo ou até mesmo alguns acham que preto não é cor para criança.

Conjunto camiseta e bermuda – Viagem

Esses pensamentos são hiper ultrapassados, estamos vivendo um momento de liberdade e a moda infantil não é mais cheias de restrições, o mais importante é prezar pela praticidade e conforto!

Vamos começar quebrando os paradigmas. Historicamente falando, a moda infantil dos séculos anteriores visavam realmente a praticidade: tanto meninos, quanto meninas, usavam vestidos brancos. Por que? Porque isso permitia que a fralda fosse trocada mais facilmente e o branco tinha uma lavagem mais fácil – as peças podiam ser fervidas sem modificar a cor.

Em países com uma religiosidade católica mais forte, o azul era usado no nascimento dos bebês independente do sexo, em homenagem á Virgem Maria.

Com estes fatos em mente, a gente já consegue entender como o conceito de moda infantil foi se moldando de maneira muito mais restrita na última década. Hoje, trabalhamos nessa desconstrução de estereotipo masculino ou feminino, mesmo porque a roupa não é capaz de definir a sexualidade da criança, não é mesmo?

Mas, separamos algumas dicas sobre algumas coisas que devem ser levadas em consideração na escolha da roupa do seu filho.

TECIDO

De preferência devem ser maleáveis e procurar evitar tecidos sintéticos para uma melhor transpiração da pele e não desenvolver alergias. Em geral, os mais indicados são os tecidos de algodão ou os que possuem maior parte deste material em sua composição.

MODELAGEM

O corte da roupa é muito importante, sempre opte pelo conforto! A criança se mexe o tempo todo, é preciso pensar em modelagens que não restrinjam o movimento do pequeno.

A praticidade é um fator essencial para os pais. Se nos séculos passados os pais optavam por vestidos para ambos os sexos quando bebês, hoje em dia temos diversas opções nas aberturas em determinadas peças que facilitam a troca da roupa.

ACABAMENTO

Não costumamos trocar a criança a cada ocasião, como nós adultos fazemos, é importante prestar atenção no tipo de abotoação da peça, detalhes como bordados e ornamentos, isso pode atrapalhar muito na hora de dormir e brincar.

ESCOLHENDO A SUA PRÓPRIA ROUPINHA

Outra dica importante, é que você permita que seu filho escolha as roupas que quer usar. Isso faz com que ele comece a ter mais autonomia e também a ter noção sobre texturas, cores, combinações e tecidos.

Existe um estudo que comprova que crianças a partir dos 7 anos passam a ter senso de estilo. Isso permite que seu filho use por meio do estilo uma maneira de se auto expressar. Mas, é importante lembrar que toda criança tem sua fase: a fase que prefere mais o amarelo, outra fase que ama os paetês, e assim por diante. Então, que tal começar a perguntar o que seu filho gostaria de vestir?

A Moda Madá se preocupa com todos esses fatores. Os tecidos são sempre confortáveis, as cores e modelos em sua maioria podem ser usadas por todos os sexos e o melhor de tudo: elas são super fashion e permitem que você saia do usual e invista em estampas diferenciadas!

Fonte: Revista Crescer, Blog Passarela e BBC News.
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